quarta-feira, 13 de maio de 2015

Processo seletivo para os programas de Estágios Não Obrigatórios da SESAB

Queridos alunos, colegas e mestres,

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), através da Superintendência de Recursos Humanos (SUPERH), por meio da Escola Estadual de Saúde Pública (EESP), informa que estão abertas, no período de 12 de maio a 29 de maio de 2015, as inscrições para o processo seletivo para os programas de estágios não obrigatórios da SESAB, o Cotidiano do SUS Enquanto Princípio Educativo (CotidianoSUS), Centro Antiveneno da Bahia (CIAVE) e Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (COSET), para diversas graduações nos municípios de Salvador, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Jequié, Vitória da Conquista e Itabuna.

Acesse o edital aqui

quarta-feira, 1 de abril de 2015

UTI Compartilhada Einsten: Participe!


Em abril de 2015 será realizada a 10ªedição da UTI Compartilhada, um projeto de ensino e pesquisa que visa disseminar protocolos e tecnologias para instituições de saúde de todo o país por meio de webconferências. Médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, 
ps​icólogos e fonoa​udiólogos do Einstein compartilham suas experiências em temas variados durante todo o mês.


Para maiores informações clique no link sugerido.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Confira a lista de Deputados que votaram a favor do SUS

A Câmara dos Deputados aprovou, no dia 10 de fevereiro, em segundo turno, a PEC do Orçamento Impositivo, que obriga a União a repassar cerca de 1,2% de sua receita corrente líquida às emendas parlamentares individuais de cada deputado ainda este ano. Parte desses recursos deverá ser aplicados em saúde, mas irão drenar o orçamento do SUS, já que serão contabilizados como gasto na área, mas não será controlado pelo Ministério da Saúde.
Entidades ligadas à Saúde e membros do fórum de Entidades da Reforma sanitária, como o Cebes, se posicionam contrárias à PEC que deve retirar do orçamento da Saúde valores que variam de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões. O Cebes selecionou, na lista oficial de votação, publicada no site da Câmara, o nome dos 44 deputados que votaram a favor da manutenção do orçamento do SUS (contrários à PEC-358), por um sistema universal, integral e equânime como garantido pela Constituição Federal.

Deputados presentes: 471
Votaram Sim: 427 (a favor da medida que retira recursos do SUS)
Votaram Não: 44 (contrários à medida que reduz o orçamento da saúde). O nome dos deputados que votaram “Não” segue abaixo.
Luiz Henrique Mandetta – (DEM/MS)
Alice Portugal – (PCdoB/BA)
Aliel Machado – (PCdoB/PR)
Chico Lopes – (PCdoB/CE)
Davidson Magalhães – (PCdoB/BA)
Jandira Feghali – (PCdoB/RJ)
Jô Moraes – (PCdoB/MG)
João Derly – (PCdoB/RS)
Luciana Santos – (PCdoB/PE)
Orlando Silva – (PCdoB/SP)
Wadson Ribeiro – (PCdoB/MG)
Darcísio Perondi – (PMDB/RS)
Geraldo Resende – (PMDB/MS)
Osmar Terra – (PMDB-RS)
Toninho Pinheiro – (PP/MG)
Carmen Zanotto – (PPS/SC)
Dr. Jorge Silva – (PROS/ES)
Miro Teixeira – (PROS/RJ)
Luiza Erundina – (PDT/SP)
Jutahy Junior – (PSDB/BA)
Cabo Daciolo – (PSOL-RJ)
Chico Alencar – (PSOL-RJ)
Edmilson Rodrigues – (PSOL-PA)
Ivan Valente – (PSOL-SP)
Jean Wyllys – (PSOL-RJ)
Adelmo Carneiro Leão – (PT/MG)
Afonso Florence – (PT/BA)
Angelim – (PT/AC)
Chico D Angelo – (PT/RJ)
Erika Kokay – (PT/DF)
Helder Salomão – (PT/ES)
Jorge Solla (PT/BA)
Luiz Couto (PT/PB)
Marcon (PT/RS)
Moema Gramacho (PT/BA)
Paulo Pimenta (PT/RS)
Paulo Teixeira (PT/SP)
Professora Marcivania (PT/AP)
Waldenor Pereira (PT/BA)
Antonio Brito (PTB/BA)
Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP)
Deley (PTB/RJ)
Leandre (PV-PR)
William Woo (PV/SP)

Fonte: 
http://cebes.org.br/2015/02/veja-a-lista-de-deputados-que-votaram-a-favor-do-sus/?utm_source=ASSINANTES+CEBES&utm_campaign=cd1a1dc0c8-Boletim_Digital_Cebes2_26_2015&utm_medium=email&utm_term=0_070a9c8a39-cd1a1dc0c8-195942145

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Modelo Lógico para planejamento e projetos em saúde


Refletindo sobre a temática proposta a pergunta que me vem a cabeça é a seguinte: Que “raio” de modelo lógico é esse? Nunca ouvi falar! Nada como uma boa pesquisa no Google para nos inteiramos sobre o que é este tal modelo lógico e como ele pode influenciar o cotidiano dos estudantes e profissionais da saúde.
Pois bem, a nomenclatura utilizada modifica tudo em nossa vida! Óbvio que sabemos o que é modelo lógico e lidamos com ele em nosso cotidiano, só não sabíamos que o nome era este. Pesquisadores do IPEA (Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada) o definem como “ recurso metodológico utilizado para explicitar a estrutura de programa orientado para resultados”. Ou seja, é o recurdo que iremos empregar para demonstrar a estrutura dos programas/projetos a serem demonstrados. Sendo assim, o modelo lógico de uma pesquisa poderia ser:

Realização da pesquisa revisão de literatura -> escrita do projeto -> definição da metodologia-> resultados esperados -> submissão ao comitê de ética ->Projeto Piloto-> Coleta de dados ->Análise -> Resultados-> Escrita do artigo científico -> Submissão na revista escolhida.

 Nesta estrutura lógica é importante que sejam detalhados alguns elementos, tais como:

1. Explicação do problema e referências básicas do Programa (objetivos, público-alvo e beneficiários).
2. Estruturação do Programa para alcance de Resultados (Resultado Final e Impactos).
3. Identificação de Fatores Relevantes de Contexto

No primeiro momento descreve-se o primeiro problema e sua consequente explicação. É interessante que, neste momento inicial, se realize uma chuva de ideias (brainstorm) na qual possam ser listados a maior quantidade possível de variáveis que estejam relacionadas à problemática. Se possível, e se a tarefa for de planejamento em saúde é relevante que os atores envolvidos nessa situação-problema de saúde possam participar visto que, assim, refletiria como a população visualiza o problema e de que forma ela pode se vislumbrar um norte para sua solução.

Posteriormente, entra em ação os planejadores/gestores em saúde ou mesmo os pesquisadores que com a posse do documento produzido no momento anterior, irá utilizar aqueles conhecimentos produzidos e aprendidos na academia para atuar como “facilitador” da questão/situação-problema. Note que aqui os profissionais precisam também fazer o intercâmbio do conhecimento popular com o científico. Se não o fizerem, a população corre o risco de não se identificar com a problemática e com o planejamento realizado.  Isso pode dificultar a adesão ao planejamento proposto e, consequentemente, influenciar negativamente no resultado esperado.

Por fim, faz-se necessário identificar os fatores relevantes sejam eles positivos ou negativos. Já que como mencionado acima eles podem facilitar e mesmo dificultar a ação proposta.
Querem se aprofundar recomendo o livro de Planejamento em saúde de Carmem Teixeira e  o artigo do IPEA: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/100924_notatec6disoc.pdf

terça-feira, 28 de outubro de 2014

34 VAGAS PARA FISIOTERAPIA EM ALAGOAS

A UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - abriu concurso público com 34 vagas para fisioterapeutas.

As vagas são para fisioterapia desportiva, neurológica e fisioterapia respiratória.

O edital completo pode ser verificado aqui.


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