quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ministério da Saúde abre inscrições para cursos de atualização

O Departamento de Gestão da Educação na Saúde – DEGES/SGTES e a Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas - CGMAD/DAET/SAS, do Ministério da Saúde, por intermédio da Universidade Aberta do SUS/UNA-SUS abrem inscrições para o cursos de atualização em saúde mental.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Curso de políticas de controle de tabagismo recebe inscrições

São 40 vagas destinadas a profissionais de nível superior. Maiores informações: http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/35503.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

HOSPITAL ANA NERY VAI ADERIR À EBSERH?

Mais um concurso está por vir?  
Diretoria do Hospital Ana Nery (HAN) vem através desta, informar que não procede a notícia, acerca da incorporação do HAN à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH.
A diretoria informa que existe de fato intenção futura de se federalizar a unidade e integrar o quadro de hospitais universitários da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Todavia, para isto, o HAN precisa completar rito processual obrigatório que compreende:
  • Ter a integração ao quadro de hospitais universitários aprovada em votação pelos conselhos da UFBA.

  • Ter oficializada a condição formal de unidade federal e obedecer aos trâmites obrigatórios para tal.
Desta maneira, informamos que a unidade ainda não teve seu pleito deferido, e consequentemente não consta ainda como hospital universitário, não fazendo parte hoje do quadro de hospitais da Universidade Federal da Bahia. Atualmente, o vínculo do HAN com a UFBA tem cunho acadêmico, pois a unidade funciona como hospital de ensino, servindo de campo de práticas para cursos de graduação, residência médica e residência multiprofissional, ligados a universidade.
Diante do exposto, esperamos ter esclarecido qualquer dúvida acerca do fato, e nos disponibilizamos na necessidade de qualquer informação.
Atenciosamente,
Diretoria do Hospital Ana Nery

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Uso de aplicativo está ligado a doenças ósseas e musculares

Há algumas semana, a produtora de conteúdo para redes sociais Fernanda Matos começou a sentir dores intensas nas mãos e braços. O mal-estar era tamanho que nem para dormir ela conseguia relaxar. Depois de uma visita ao médico, descobriu que estava com uma inflamação cervical gerada pelo excesso de trabalho com os dedos e a postura diante do computador. 
Em janeiro do ano passado, Joana Oliveira, 32, que trabalhava como digitadora, começou a sentir dores nos dedos das mãos. Uma consulta e o exame de imagem mostrou que a causa do desconforto era uma inflamação severa nos tendões, conhecida como tendinite. Tanto Joana como Fernanda são vítimas de uma síndrome da atualidade, que reúne um grupo de doenças - tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias - que afetam músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarregam toda a movimentação musculoesquelética.
Conhecida como Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho(Dort), ela recebeu um novo nome que faz referência ao hábito de manter a comunicação através das mensagens enviadas pelo aplicativo whatsapp, a ‘Whatsappite’.
Tecnologias
De acordo com o fisioterapeuta e coordenador do curso de graduação da Unime, Paulo Henrique de Oliveira, essa síndrome surgiu há 25 anos, mais ou menos no mesmo período da popularização da internet. “Esses distúrbios provocam muita dor e inflamação e são gerados pelo estresse tecnológico”, comenta o professor, citando o artigo publicado na revista Lancet, que relata o caso de uma mulher grávida que, no final do ano passado, foi parar na emergência depois de passar seis horas seguidas teclando pelo aplicativo Whatsaap. “Daí o novo nome de Whatsappite”, completa.
Oliveira lembra que na década de 90,  sintomas capazes de provocar dor e inflamação, além de alterar a capacidade funcional da região comprometida foram chamados de nitendinite, em homenagem ao Nitendo. “Daí a necessidade de controlar a sedução exercida pela internet, dosar o trabalho realizado e alterar o uso dos braços e mãos com períodos de descanso e alongamento”, esclarece, ressaltando que a prevalência maior dessas doenças ocorre entre o sexo feminino.
O fisioterapeuta chama atenção que os primeiros sintomas de dor no punho, cotovelo, cansaço e fadiga nos dedos, dor na coluna, pescoço, cefaleia com dor nas têmporas, inchaço nos pés e irritabilidade e perda de sono sempre que vai realizar um trabalho diante de um computador ou qualquer outro equipamento eletrônico com acesso à internet, um profissional deve ser consultado para que o problema possa ser tratado sem a necessidade de medicações ou cirurgias.
Sedentarismo
Outro aspecto importante e muito relacionado a Whatsappite é o sedentarismo e a obesidade, que predispõem o indivíduo às lesões e agravam os casos. É considerado sedentário o indivíduo que possui uma prática de atividade inferior a 150 minutos de atividade física moderada, como a caminhada, ou menos de uma hora de exercícios intensos por semana.
O problema atinge um terço da população mundial adulta, especialmente os  mais velhos e as mulheres. Para o educador físico Diego Oliveira, é importante iniciar com atividades mais brandas como a caminhada, o Pilates, remo e a musculação, com uma frequência mínima de três vezes por semana, num período de 30 minutos. “Depois desse período preparatório, o corpo pode e deve ser mais exigido, garantindo a saúde física, mental e a autoestima”, garante.
Para uma boa prevenção, vale investir em adequação do mobiliário e equipamentos empregados na execução das atividades laborais, reduzir a jornada de trabalho, evitar temperaturas muito baixas, sempre atento ao tempo que se passa teclando ou digitando.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/uso-de-aplicativo-esta-ligado-a-doencas-osseas-e-musculares/?cHash=cd2cf6b462e7909c3036afb2c10a08e1

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