quarta-feira, 1 de abril de 2015

UTI Compartilhada Einsten: Participe!


Em abril de 2015 será realizada a 10ªedição da UTI Compartilhada, um projeto de ensino e pesquisa que visa disseminar protocolos e tecnologias para instituições de saúde de todo o país por meio de webconferências. Médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, 
ps​icólogos e fonoa​udiólogos do Einstein compartilham suas experiências em temas variados durante todo o mês.


Para maiores informações clique no link sugerido.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Confira a lista de Deputados que votaram a favor do SUS

A Câmara dos Deputados aprovou, no dia 10 de fevereiro, em segundo turno, a PEC do Orçamento Impositivo, que obriga a União a repassar cerca de 1,2% de sua receita corrente líquida às emendas parlamentares individuais de cada deputado ainda este ano. Parte desses recursos deverá ser aplicados em saúde, mas irão drenar o orçamento do SUS, já que serão contabilizados como gasto na área, mas não será controlado pelo Ministério da Saúde.
Entidades ligadas à Saúde e membros do fórum de Entidades da Reforma sanitária, como o Cebes, se posicionam contrárias à PEC que deve retirar do orçamento da Saúde valores que variam de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões. O Cebes selecionou, na lista oficial de votação, publicada no site da Câmara, o nome dos 44 deputados que votaram a favor da manutenção do orçamento do SUS (contrários à PEC-358), por um sistema universal, integral e equânime como garantido pela Constituição Federal.

Deputados presentes: 471
Votaram Sim: 427 (a favor da medida que retira recursos do SUS)
Votaram Não: 44 (contrários à medida que reduz o orçamento da saúde). O nome dos deputados que votaram “Não” segue abaixo.
Luiz Henrique Mandetta – (DEM/MS)
Alice Portugal – (PCdoB/BA)
Aliel Machado – (PCdoB/PR)
Chico Lopes – (PCdoB/CE)
Davidson Magalhães – (PCdoB/BA)
Jandira Feghali – (PCdoB/RJ)
Jô Moraes – (PCdoB/MG)
João Derly – (PCdoB/RS)
Luciana Santos – (PCdoB/PE)
Orlando Silva – (PCdoB/SP)
Wadson Ribeiro – (PCdoB/MG)
Darcísio Perondi – (PMDB/RS)
Geraldo Resende – (PMDB/MS)
Osmar Terra – (PMDB-RS)
Toninho Pinheiro – (PP/MG)
Carmen Zanotto – (PPS/SC)
Dr. Jorge Silva – (PROS/ES)
Miro Teixeira – (PROS/RJ)
Luiza Erundina – (PDT/SP)
Jutahy Junior – (PSDB/BA)
Cabo Daciolo – (PSOL-RJ)
Chico Alencar – (PSOL-RJ)
Edmilson Rodrigues – (PSOL-PA)
Ivan Valente – (PSOL-SP)
Jean Wyllys – (PSOL-RJ)
Adelmo Carneiro Leão – (PT/MG)
Afonso Florence – (PT/BA)
Angelim – (PT/AC)
Chico D Angelo – (PT/RJ)
Erika Kokay – (PT/DF)
Helder Salomão – (PT/ES)
Jorge Solla (PT/BA)
Luiz Couto (PT/PB)
Marcon (PT/RS)
Moema Gramacho (PT/BA)
Paulo Pimenta (PT/RS)
Paulo Teixeira (PT/SP)
Professora Marcivania (PT/AP)
Waldenor Pereira (PT/BA)
Antonio Brito (PTB/BA)
Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP)
Deley (PTB/RJ)
Leandre (PV-PR)
William Woo (PV/SP)

Fonte: 
http://cebes.org.br/2015/02/veja-a-lista-de-deputados-que-votaram-a-favor-do-sus/?utm_source=ASSINANTES+CEBES&utm_campaign=cd1a1dc0c8-Boletim_Digital_Cebes2_26_2015&utm_medium=email&utm_term=0_070a9c8a39-cd1a1dc0c8-195942145

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Modelo Lógico para planejamento e projetos em saúde


Refletindo sobre a temática proposta a pergunta que me vem a cabeça é a seguinte: Que “raio” de modelo lógico é esse? Nunca ouvi falar! Nada como uma boa pesquisa no Google para nos inteiramos sobre o que é este tal modelo lógico e como ele pode influenciar o cotidiano dos estudantes e profissionais da saúde.
Pois bem, a nomenclatura utilizada modifica tudo em nossa vida! Óbvio que sabemos o que é modelo lógico e lidamos com ele em nosso cotidiano, só não sabíamos que o nome era este. Pesquisadores do IPEA (Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada) o definem como “ recurso metodológico utilizado para explicitar a estrutura de programa orientado para resultados”. Ou seja, é o recurdo que iremos empregar para demonstrar a estrutura dos programas/projetos a serem demonstrados. Sendo assim, o modelo lógico de uma pesquisa poderia ser:

Realização da pesquisa revisão de literatura -> escrita do projeto -> definição da metodologia-> resultados esperados -> submissão ao comitê de ética ->Projeto Piloto-> Coleta de dados ->Análise -> Resultados-> Escrita do artigo científico -> Submissão na revista escolhida.

 Nesta estrutura lógica é importante que sejam detalhados alguns elementos, tais como:

1. Explicação do problema e referências básicas do Programa (objetivos, público-alvo e beneficiários).
2. Estruturação do Programa para alcance de Resultados (Resultado Final e Impactos).
3. Identificação de Fatores Relevantes de Contexto

No primeiro momento descreve-se o primeiro problema e sua consequente explicação. É interessante que, neste momento inicial, se realize uma chuva de ideias (brainstorm) na qual possam ser listados a maior quantidade possível de variáveis que estejam relacionadas à problemática. Se possível, e se a tarefa for de planejamento em saúde é relevante que os atores envolvidos nessa situação-problema de saúde possam participar visto que, assim, refletiria como a população visualiza o problema e de que forma ela pode se vislumbrar um norte para sua solução.

Posteriormente, entra em ação os planejadores/gestores em saúde ou mesmo os pesquisadores que com a posse do documento produzido no momento anterior, irá utilizar aqueles conhecimentos produzidos e aprendidos na academia para atuar como “facilitador” da questão/situação-problema. Note que aqui os profissionais precisam também fazer o intercâmbio do conhecimento popular com o científico. Se não o fizerem, a população corre o risco de não se identificar com a problemática e com o planejamento realizado.  Isso pode dificultar a adesão ao planejamento proposto e, consequentemente, influenciar negativamente no resultado esperado.

Por fim, faz-se necessário identificar os fatores relevantes sejam eles positivos ou negativos. Já que como mencionado acima eles podem facilitar e mesmo dificultar a ação proposta.
Querem se aprofundar recomendo o livro de Planejamento em saúde de Carmem Teixeira e  o artigo do IPEA: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/100924_notatec6disoc.pdf

terça-feira, 28 de outubro de 2014

34 VAGAS PARA FISIOTERAPIA EM ALAGOAS

A UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas - abriu concurso público com 34 vagas para fisioterapeutas.

As vagas são para fisioterapia desportiva, neurológica e fisioterapia respiratória.

O edital completo pode ser verificado aqui.


Share It